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Mulheres convocam manifestação ‘Bolsonaro Nunca Mais!’ para este sábado (4)

Neste sábado, dia 4 de dezembro, movimentos e coletivos feministas, centrais sindicais, organizações e partidos políticos realizam mais um dia de luta pelo impeachment de Jair Bolsonaro. Dessa vez, as mulheres tomam a frente da organização e convocam todas e todos a participarem da mobilização por todo o país contra a fome, a miséria e o machismo, que terá como mote "Bolsonaro Nunca Mais!". 


Assim como fizeram em 2018 na campanha “Ele Não”, irão unir-se novamente para fortalecer a luta contra o governo machista e genocida de Bolsonaro e sua agenda de extermínio da classe trabalhadora, das mulheres, de indígenas e LGBTQIA+, que têm seus direitos e vidas diariamente ameaçados.


A iniciativa foi referendada na plenária online, no dia 23 de novembro, realizada pela campanha nacional Fora Bolsonaro, com a participação de 470 pessoas representando entidades, movimentos e organizações. 


Atos estão previstos para acontecer em diversas cidades pelo país e em Pelotas será a partir das 10h, com concentração no Mercado Público e marcha até o chafariz da Andrade Neves, onde será feita a leitura pública do manifesto “Bolsonaro Nunca Mais!”.


Motivos não faltam

As medidas implementadas pelo governo federal explicitam o descaso com as mulheres trabalhadoras que, durante a pandemia, são as mais impactadas financeira, física e psicologicamente. Em 2020, segundo dados do governo federal, 55% das pessoas que receberam o auxílio emergencial eram mulheres. 


Ainda, a pandemia da Covid-19 agravou a agressão doméstica. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha para o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgada em junho deste ano, apontou que uma a cada quatro mulheres acima de 16 anos informa ter sofrido algum tipo de violência entre 2020 e 2021. Foram quase 17 milhões de casos notificados. 


E, segundo o 15º Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os crimes de ódio motivados pela condição de gênero, os feminicídios, subiram de 1.330 para 1.350.


A falta de políticas públicas, o desemprego, a miséria e a política genocida do governo agravam ainda mais esse quadro, precarizando as condições de vida e expondo mulheres a todo tipo de vulnerabilidade social.


Por esses motivos, a presidenta da ADUFPel, Regiana Wille, convoca todos e todas a construírem coletivamente mais esse dia de luta. “Ainda é preciso sair às ruas, conversar com as pessoas, mostrar uma realidade que cada vez mais impacta negativamente a vida das mulheres e da população mais carente. Estamos sob a égide de um governo machista, misógino, preconceituoso, que incita a violência e que só tem precarizado a vida de tantas mulheres. Nós acreditamos na resistência e na luta!”


Assessoria ADUFPel

Com informações de CSP-Conlutas


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